Você não está em falta — está em excesso
- Sabrina Ramos Maurer
- 25 de abr.
- 1 min de leitura

Muitas pessoas acreditam que têm baixa autoestima.
Mas, na prática, o que existe é um padrão rígido demais para se sentir suficiente.
Elas até reconhecem suas qualidades — mas nunca consideram que isso é “o bastante”.
Porque o valor pessoal fica condicionado a:
Produzir mais
Acertar sempre
Não falhar
Ser validada pelos outros
Isso não é autoestima baixa.
É autoestima instável.
E existe uma diferença importante:
Autoestima baixa: “eu não tenho valor”Autoestima instável: “eu só tenho valor quando…”
E esse “quando” nunca é sustentável.
Por isso, trabalhar autoestima não é repetir frases positivas. É revisar os critérios que você usa para se avaliar.
Se o seu valor depende de desempenho, qualquer erro vai parecer fracasso.
Mas se ele depende de reconhecimento interno, você consegue se manter estável — mesmo imperfeita.
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