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Nos últimos meses, os casos de feminicídio no Brasil voltaram a ocupar os noticiários.

  • Foto do escritor: Sabrina Ramos Maurer
    Sabrina Ramos Maurer
  • há 13 minutos
  • 2 min de leitura

Uma jovem de 24 anos foi assassinada pelo ex-companheiro em São Paulo.

No Rio Grande do Sul, já são dezenas de casos só em 2026.

E os números continuam crescendo.

O Brasil registrou recorde histórico recente, com mais de 1.500 mulheres assassinadas em um único ano — uma média de mais de quatro mulheres por dia.

⚠️ O que esses dados mostram (e ninguém fala o suficiente)

A maioria desses casos não começa com violência extrema.

Eles começam com algo que muitas mulheres vivem hoje:

✅ um relacionamento desgastante

✅controle emocional

✅ciúmes excessivos

✅manipulação

✅dependência emocional

Na maior parte das situações, o agressor é alguém próximo — muitas vezes um parceiro ou ex-parceiro.

Ou seja:

👉 o risco não está “lá fora”

👉 ele começa dentro da relação

🧠 “Mas eu não consigo sair…”

Essa é uma das frases mais comuns que escuto.

E é importante dizer com clareza:

👉 Você não é fraca.

Quando existe dependência emocional, não é só uma decisão racional.

Existe: medo; insegurança; apego; esperança de que o outro mude.

E, aos poucos, a autoestima vai sendo enfraquecida.

Você começa a:duvidar de si mesma, se culpar e tolerar o que antes não toleraria

🚨 O perigo da normalização

O problema é que, quando isso se prolonga, o risco aumenta.

A violência costuma seguir um padrão: começa emocional ▶ evolui para controle ▶ pode chegar à agressão e, em casos extremos, ao feminicídio.

Isso não acontece “de repente”.

👉 Existem sinais antes.

Mas muitas mulheres ignoram — ou não conseguem sair a tempo.

🔍 Sinais de alerta que você não deve ignorar

Ele controla suas escolhas, roupas ou amizades

Demonstra ciúme excessivo e possessivo

Te culpa por tudo

Faz você se sentir insuficiente

Alterna entre carinho e agressividade

Você sente medo de como ele pode reagir

👉 Se você se identificou, isso precisa ser levado a sério.

🛑 Se proteger também é um ato emocional

Muitas vezes, a dificuldade não é “entender o que está acontecendo”.

É conseguir agir.

Porque sair de um relacionamento assim envolve:

romper vínculos emocionais

enfrentar o medo da solidão

reconstruir a própria identidade

E isso não se faz só com força.

👉 Se faz com apoio.

🌱 Você pode se reconstruir — com segurança

Sair de um relacionamento que te faz mal não é só ir embora.

É um processo de reconstrução:

❤ da sua autoestima

❤ da sua autonomia

❤ da sua vida

E, em alguns casos, também é uma questão de proteção.

📞 Onde buscar ajuda

Se você estiver em uma situação de risco ou violência:

📞 Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher

Você não precisa passar por isso sozinha.

💬 Um ponto final importante

Muitas mulheres que hoje são vítimas de feminicídio…

👉 já estiveram exatamente no lugar onde você pode estar agora:

confusas, inseguras, tentando fazer dar certo.

Por isso, olhar para sua situação com seriedade não é exagero.

👉 É cuidado com a sua vida.

🤍 Se isso tocou você

Talvez você não precise tomar uma decisão hoje.

Mas pode começar a se olhar com mais honestidade.

E, se precisar, buscar ajuda para se fortalecer e se reconstruir.

Porque sair disso não é só possível.

👉 É necessário.



 
 
 

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© 2026 por Sabrina Ramos Maurer, esp.

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